Habeas Corpus entende que o brasileiro gosta de melodrama e faz dele uma maratona
Habeas Corpus aposta no melodrama e na força de Marjorie Estiano para construir uma série brasileira ágil, intensa e difícil de parar de assistir.
Novelas, Séries, Filmes e Literatura
Habeas Corpus aposta no melodrama e na força de Marjorie Estiano para construir uma série brasileira ágil, intensa e difícil de parar de assistir.
Jéssika Alves conversa com o Pittaplay sobre Siloé, Batya e Giovana, três mulheres que desafiam suas certezas sobre amor, família e confiança, enquanto a atriz revela como amadureceu seu processo ao longo da carreira.
O thriller psicológico nacional Consequências Paralelas estreia nos cinemas em 15 de outubro após conquistar prêmios em mais de 15 festivais no Brasil e no exterior, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator.
Lucas Duarte fala ao Pittaplay sobre Trem para Barrymore, a construção dos 13 passageiros, o narrador misterioso e o jogo de pistas do thriller.
Guto Parente transforma os desafios de fazer cinema independente em comédia em Morte e Vida Madalena. Noá Bonoba conduz o filme como uma produtora grávida que enfrenta o luto enquanto tenta manter uma filmagem viva.
Geoffrey Russell conta ao Pittaplay como construiu as ambiguidades de Mark em Vermelho Sangue, explica sua relação com a ciência e o sobrenatural e fala sobre cenas de ação e sua trajetória no audiovisual brasileiro.
Josiani Freitas conversa com o Pittaplay sobre A um passo do surto, a construção de Edgar, os cuidados ao escrever sobre esquizofrenia e como a ficção permite explorar diferentes percepções da mente humana.
Quem Ama Cuida avança na representação LGBTQIA+ ao construir entre Mau Mau, Felipe e Fernando um triângulo marcado por desejo, ciúme e descoberta.
Oceânico, filme de Guilherme Coelho com Ana Carbatti, estreia no Festival do Rio com trama que une ciência, maternidade, alcoolismo e disputa de poder.
Maytê Piragibe apresenta Criativas, programa do Canal Like! dedicado ao protagonismo feminino no audiovisual. Ao Pittaplay, ela defende ampliar o olhar para mulheres que dirigem, escrevem, produzem e também decidem quais histórias contar.