Priscila Buiar transforma experiência pessoal em prêmio internacional com A Matter of Time

Existem filmes que chegam aos festivais tentando impressionar. A Matter of Time faz o caminho contrário. O curta protagonizado por Priscila Buiar encontra força justamente na honestidade emocional da própria história.

Após passar pelo Festival de Cannes, o projeto ampliou sua trajetória internacional ao conquistar dois importantes reconhecimentos no Fort Myers Film Festival, realizado na Flórida, nos Estados Unidos: o prêmio de Favorito da Audiência e o troféu de Melhor Atriz para Priscila Buiar.

O reconhecimento reforça um movimento cada vez mais forte no audiovisual atual: histórias íntimas e emocionalmente verdadeiras continuam criando conexões profundas com o público. O audiovisual tem encontrado potência justamente quando abandona fórmulas artificiais e aposta em experiências humanas capazes de atravessar culturas diferentes.

E A Matter of Time parece entender exatamente isso. Ao falar sobre a trajetória do curta ao Pittaplay, Priscila destacou a importância emocional do projeto e da conexão criada com o público: “Acredito que toda conquista deve ser muito celebrada! Só de ter nosso filme selecionado para festivais como o de Cannes e o de Fort Myers, já é de uma felicidade e realização imensa!”, afirmou.

A atriz também explicou que sua ligação com o filme nasceu da identificação pessoal com a narrativa construída pela produção: “Decidi atuar no filme porque me conectei com a história, porque essa história é também a de muitos amigos e pessoas que eu conheço. Fiz com todo o meu coração.”

A fala ajuda a entender por que o curta vem criando identificação em diferentes países. O projeto não parece preocupado em construir emoção artificialmente. O impacto nasce justamente da sensação de verdade emocional presente na história e na interpretação.

Existe algo muito simbólico no fato de um filme tão pessoal conquistar justamente o prêmio do público. Isso mostra que a conexão criada por A Matter of Time ultrapassa barreiras culturais porque fala sobre sentimentos humanos universais.

Priscila ainda destacou a importância do reconhecimento internacional conquistado pelo projeto: “Ser premiada pela minha performance me faz sentir que estou seguindo o caminho certo.”

O sucesso do curta mostra que a artista continua encontrando espaço quando aposta menos em fórmulas prontas e mais em experiências humanas reais.

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