Foto: Globo/Fabio Rocha
A Nobreza do Amor chegou à metade de sua trajetória consolidando personagens que conquistaram rapidamente o público. Casais que cresceram ao longo da narrativa, conflitos familiares e histórias de identidade transformaram a novela em uma das produções mais comentadas do horário.
Para marcar esse momento da trama, o Pittaplay inicia série especial de entrevistas com os autores da novela. A primeira conversa é com Duca Rachid, que assina o texto ao lado de Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr.
Na entrevista, a autora comenta o nascimento de Alika e Tonho, explica a construção de Graça, fala sobre a jornada de Salma e antecipa quais personagens ainda devem surpreender o público nos próximos capítulos.
O amor entre Alika e Tonho nasce da ancestralidade
Desde os primeiros capítulos, Alika (Duda Santos) e Tonho (Ronald Sotto) se tornaram um dos casais mais queridos da novela. Para Duca Rachid, porém, a força dessa relação vai muito além do romance: “Sem dúvida nenhuma o que conecta esses dois personagens é a ancestralidade. Embora os dois estejam em estágio de consciência bem diferente. Alika sabe quem é, de onde vem, e o valor da sua herança ancestral. Tonho ainda vai descobrir tudo isso. E será através do amor por Alika”.
Graça é fruto do seu tempo
Outro destaque da novela é Graça, personagem de Fabiana Karla, que desperta sentimentos contraditórios no público ao demonstrar a diferença de tratamento com os filhos, tem atitudes mais duras com Ana Maria (Julia Lemos) e, ao mesmo tempo, protege Mirinho (Nicolas Prattes).
Para Duca, essa maternidade faz parte da própria construção da personagem: “Qual maternidade não é contraditória? Essa é uma personagem de época. Uma mulher daquele tempo em que ter filho homem era um trunfo e ter filha mulher, um problema. Graça é reflexo desses tempos. Um tanto patética, por isso engraçada, e defendida com muito talento, leveza e graça (como não podia deixar de ser…) pela Fabiana Karla”.
Todos os núcleos ainda guardam surpresas
Sem revelar spoilers, Duca confirma que Salma (Rayssa Bratillieri) continuará enfrentando escolhas importantes entre tradição e liberdade: “Salma vai enfrentar sim, os ritos e tradições da sua cultura, para viver sua própria vida e realizar seu amor. E Miguel e Fátima serão transformados por isso”, diz a autora referindo-se aos pais da personagem, interpretados por Eduardo Mossri e Kika Kalache.
Ao falar sobre os próximos capítulos, Duca reforça que todos os personagens ainda têm espaço para crescer, mas destaca alguns nomes que, segundo ela, merecem atenção: “Penso que todos os núcleos têm potencial para surpreender o público. Eu destacaria entre eles, Virgínia (Theresa Fonseca), Mirinho e Sebastião (João Fontenele) e também Tonho, Alika, Salma, Omar (Rodrigo Simas) e, em Batanga, Kênia (Nikolly Fernandes ) e Jendal (Lázaro Ramos)”.
Com a novela entrando em sua segunda metade, a autora indica que as próximas semanas continuarão ampliando conflitos já apresentados, mantendo espaço para novas descobertas em praticamente todos os núcleos da história.
A entrevista com Duca Rachid abre a série especial do Pittaplay dedicada aos autores de A Nobreza do Amor. Nas próximas publicações, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr. também compartilham suas visões sobre a novela, comentam o desenvolvimento de diferentes núcleos e personagens e revelam novos detalhes dos bastidores da construção da trama. Continue acompanhando o Pittaplay para conferir todas as entrevistas exclusivas.
