Foto: Laura Campanella/Globo
A primeira temporada de Emergência 53 está disponível ao Globoplay e a produção já trabalha nos próximos capítulos da história. As gravações da segunda temporada estão em andamento, com novos resgates, conflitos familiares e a chegada de um personagem que passará a integrar a equipe de atendimento móvel de urgência.
Produzida pela Conspiração, a série continuará acompanhando a rotina dos profissionais da Unidade 53, que enfrentam situações de emergência enquanto precisam lidar com problemas pessoais e relações cada vez mais complexas.
Uma das novidades é a entrada de Dhon Augusto no elenco. O ator interpretará Rafa, técnico de enfermagem que atuará como piloto de motolância na unidade. A chegada do personagem amplia o grupo de profissionais acompanhados pela trama e apresenta outra função dentro do serviço móvel de urgência.
Manuela luta pela vida após desmoronamento
A segunda temporada começará retomando diretamente os acontecimentos do último episódio da primeira fase. Manuela, interpretada por Valentina Herszage, estará entre a vida e a morte após o desmoronamento que marcou o encerramento da temporada anterior.
A situação coloca o futuro da personagem no centro dos primeiros acontecimentos e amplia as consequências do acidente para os demais integrantes da história.
Manuela já havia sido um dos destaques da cobertura do Pittaplay sobre a série. Em entrevista exclusiva ao portal, Valentina Herszage falou sobre as contradições da personagem e os desafios de interpretá-la em uma produção marcada pela intensidade das situações de emergência.
Ana reúne antigos inimigos da Unidade 53
Além das consequências do desmoronamento, a nova temporada aprofundará conflitos que envolvem o passado dos personagens.
Ana, vivida por Julia Lemmertz, permanece inconformada por ter perdido o marido para Irene, personagem de Yara de Novaes. Movida por esse ressentimento, ela decide reunir antigos inimigos da Unidade 53, trazendo à tona disputas que podem afetar diretamente os profissionais do serviço de urgência.
A movimentação de Ana acrescentará outra frente de tensão à narrativa, que continuará intercalando os atendimentos médicos com os conflitos pessoais dos personagens.
A proposta mantém uma das características apresentadas desde o primeiro episódio: utilizar as ocorrências de emergência como parte de uma dramaturgia que também acompanha as escolhas e os dilemas de quem trabalha diariamente para salvar vidas.
Na estreia da produção, o Pittaplay destacou essa construção na crítica Emergência 53 estreia em potência máxima e leva o drama médico para as ruas, dedicada à maneira como a série apresenta seus personagens e estabelece a urgência como elemento central da narrativa.
Série mantém equipe criativa na segunda temporada
Criada por Claudio Torres, Marcio Maranhão e Andrucha Waddington, Emergência 53 terá sua segunda temporada escrita por Claudio Torres e Fábio Mendes, com participação dos roteiristas Marcio Maranhão e Priscila Gontijo.
Andrucha Waddington e Claudio Torres seguem responsáveis pela direção e produção, enquanto Rebeca Diniz e Pedro Waddington assinam a direção de episódios.
A produção é de Renata Brandão e Luísa Barbosa, com produção executiva de Tania Pacheco. A primeira temporada também foi tema de outras entrevistas realizadas pelo Pittaplay. Jaffar Bambirra conversou sobre a construção de Vandam e os dilemas enfrentados pelo personagem, enquanto Raquel Villar falou sobre a experiência de integrar a série e a relação entre atuação e a representação dos profissionais de saúde.
Com a segunda temporada já em gravação, Emergência 53 prepara a continuidade dos acontecimentos que marcaram sua estreia, agora com a sobrevivência de Manuela em questão, o retorno de conflitos do passado e a chegada de Rafa à equipe.
A primeira temporada de Emergência 53 está disponível no Globoplay, com o episódio de estreia liberado também para não assinantes. A plataforma ainda não informou a data de lançamento da segunda temporada.
Jornalista, produtor audiovisual, crítico de TV, cinema e literatura e autor de seis livros. Apaixonado por novelas desde a infância, dedica-se há mais de uma década a analisar narrativas, personagens e atuações. É fundador do Pittaplay.
