Daphne Bozaski revela a virada de Lucélia em Três Graças: “Vai ter muito tiro!”

Uma aliança movida por ambição e perigo. Ao lado de Vandilson, Lucélia assume o comando da Chacrinha e inicia uma nova era de tensão e poder na trama das nove. Foto: Beatriz Damy/Globo

A noite de quinta-feira, 10 de abril, promete marcar um dos momentos mais decisivos de Três Graças, novela das nove da TV Globo. A vilã Lucélia, interpretada por Daphne Bozaski, passará por reviravolta que promete estremecer os rumos da trama. Expulsa de casa pelo tio Kasper (Miguel Falabella), a personagem encontra abrigo na Chacrinha e assume, de vez, seu lado mais ambicioso e perigoso.

Após se aliar a Vandilson (Vinícius Teixeira), Lucélia descobre milhões escondidos dentro da estátua roubada, dinheiro que havia sido descartado por Joaquim (Marcos Palmeira), para escapar da polícia. A descoberta transforma ainda mais a ambição da vilã e a coloca em posição de poder.

Lucélia, então, assume o comando do tráfico no lugar de Bagdá (Xamã), consolidando sua ascensão no submundo da novela. Ao seu lado, o Vandilson permanece como seu escudeiro fiel.

Em entrevista exclusiva ao Cena Aberta, do Pittaplay, Daphne Bozaski falou sobre os desafios e surpresas de interpretar uma personagem que conquistou cada vez mais espaço ao longo dos meses em que Três Graças esteve no ar.

“É muito interessante fazer uma novela de Aguinaldo Silva. Três Graças, ele escreve junto com Zé Dassilva e Virgílio Silva. Percebo que gostam muito de deixar mistério sobre o passado das personagens. Com isso, ao longo da trama, nós, atores, podemos ir preenchendo essas lacunas, mas nunca perdendo esse mistério que já vem no texto”.

Lucélia ressurge ainda mais implacável. Com visual renovado e sede de poder, a vilã inicia sua fase mais sombria em Três Graças, consolidando-se como uma das antagonistas mais marcantes da novela.
Foto: Beatriz Damy/Globo
Lucélia ressurge ainda mais implacável. Com visual renovado e sede de poder, a vilã inicia sua fase mais sombria em Três Graças, consolidando-se como uma das antagonistas mais marcantes da novela.
Foto: Beatriz Damy/Globo

A atriz destacou ainda o caráter imprevisível das novelas e a liberdade criativa que o formato proporciona: “A trama pode ir para muitos lugares. Com Lucélia foi assim. No começo, eu sabia que ela seria vilã ali no núcleo da galeria com a prima e os tios, mas nunca imaginei que ela chegaria à Chacrinha, nem que um dia tomaria a biqueira para si”.

Para Daphne, a televisão é um espaço fértil para experimentação artística e evolução das personagens: “Fazer novela tem essas reviravoltas. É uma obra que vai sendo escrita conforme as gravações vão acontecendo. Acho muito interessante para nós, atrizes e atores, experimentar esse universo da TV por isso. Você pode criar rumos para a personagem e mudar no percurso da história. Assistir diariamente é um estudo também”.

E, ao antecipar o que o público pode esperar desta nova fase da vilã, a atriz não hesitou em provocar os telespectadores: “O que posso dizer dessa nova fase de Lucélia é que vai ter muito tiro!”

Vilã ainda mais cruel no multiverso Loquinha

Lucélia atravessa o multiverso de Três Graças e chega ainda mais cruel em Loquinha. Na novelinha vertical, a vilã faz de tudo para separar Lorena e Juquinha, elevando a tensão e comprovando a força da interpretação de Daphne Bozaski.
Foto: Beatriz Damy/Globo
Lucélia atravessa o multiverso de Três Graças e chega ainda mais cruel em Loquinha. Na novelinha vertical, a vilã faz de tudo para separar Lorena e Juquinha, elevando a tensão e comprovando a força de Daphne Bozaski.
Foto: Beatriz Damy/Globo

O sucesso de Lucélia é tão expressivo que a personagem conquistou versão ainda mais cruel na novelinha vertical da Globo, Loquinha, dirigida por Naína de Paula. Ambientada em um multiverso de Três Graças, a trama apresenta a vilã disposta a tudo para separar Lorena e Juquinha, reforçando sua força narrativa e evidenciando, mais uma vez, a competência e a versatilidade de Daphne Bozaski.

Todos os capítulos da novelinha já estão disponíveis nas redes sociais da Rede Globo, com capítulos de até 3 minutos.

Daphne Bosaski aproveita cada momento do roteiro de Três Graças

Daphne Bozaski soube aproveitar com inteligência o texto dos autores e cresceu organicamente na trama. Novela é uma obra aberta e, se a personagem não tivesse caído nas graças do público, seja pelo amor ou pelo ódio, dificilmente teria conquistado tanto destaque. Vilã boa é aquela que conquista espaço aos poucos, e Lucélia é exatamente esse tipo de antagonista: calculista, persistente e cada vez mais poderosa.

Desde o início, ela não surgiu para ser carismática, mas para ser odiada. Inconveniente e provocadora, despertou a ira do público ao atormentar personagens que buscavam apenas a felicidade, como o casal Maggye e Junior, além de manipular os próprios tios e alfinetar Lorena e Juquinha. Sua trajetória ganha ainda mais densidade quando conhece Bagdá e expande seu universo, revelando-se uma psicopata capaz de matar os próprios pais por herança e disposta a eliminar qualquer obstáculo em nome do dinheiro.

Ao descobrir que não herdaria a fortuna dos tios, Lucélia coloca em prática um plano para roubá-los e destruir suas vidas. Essa construção sólida, aliada à interpretação precisa de Daphne Bozaski, consolida a personagem como uma vilã memorável.

Agora, ao assumir o controle da Chacrinha e colocar Vandilson, que ambicionava o posto, como seu escudeiro, Lucélia atinge um novo patamar de poder. A mudança no visual reforça sua transformação e simboliza o quanto ela está “coringando” a cada capítulo.

Até o desfecho da novela, previsto para maio, uma certeza se impõe: Lucélia ainda tem muito a aterrorizar e promete deixar sua marca na história de Três Graças.

Marcado:

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *